domingo, 11 de novembro de 2007

22 - Novas suspeitas

Erica acorda de manhã com Deborah abraçadinha. Adora esta sensação de estar coladinha com ela. Olha a hora, sete horas. Hora de levantar. Dá um suspiro e chama Deby, que acorda dengosa.

- Vamos, meu anjo, acorde.

- Não quero. Quero dormir. Deborah diz toda dengosa.

- Ei... Acorde já. Você tem compromissos.

- Poxa, queria ficar aqui, diz olhando para Erica, que ri e se levanta. Estava nua, aliás dormir com roupas pra que? Deborah “come” Erica com os olhos. Seu corpo responde com intensidade ao que está vendo. Levanta-se também e diz:

- Vamos tomar banho juntas?

- Humm... Só banho?

- Talvez. E dá um sorrisinho sacana e vão em direção ao banheiro de mãos dadas. Entram no box, ligam o chuveiro e se agarram com vontade. Suas mãos percorrem avidamente o corpo de ambas. Trocam beijos intensos. Erica vira Deborah de costas para si e a abraça, percorre sua mão pela barriga de Deby, pelos seus seios, massageando-os, arrancando gemidos incontroláveis dela. Beija, mordisca sua nuca, seu pescoço, seus ombros. Tem loucura por esta mulher. Deborah sente o sexo molhado de Erica pressionando suas nádegas, vai a loucura com isso. Seu corpo estremece de prazer a cada movimento. Erica desce sua mão ao sexo de Deby, acaricia-o, ele está totalmente molhado, passa um dedo em seu clitóris e faz pequenos movimentos circulares, levando Deby a emitir gemidos intensos. Desce seus dedos para a cavidade molhada de sua amada e a penetra, enlouquecendo-a. Deby movimenta seus quadris, ora sente o sexo de Erica em suas nádegas, ora sente os dedos dela penetrando-lhe profundamente, movimenta-se cada vez mais rápido até não agüentar mais e ambas explodem num gozo maravilhoso, espasmos de prazer percorrem o corpo das duas mulheres. Ficam abraçadas esperando seus corpos se acalmarem e então tomam seu banho.

Erica retornou ao seu quarto para colocar outras roupas e ligou para seu amigo Roberto, que atende ao telefone.

- Roberto, sou eu, Erica. Tudo bom?

- Oi Erica. Tudo corrido, você quer dizer.

- Humm.. já saiu a perícia do carro?

- Ainda não, mas assim que sair te comunico.

- Certo. Estou precisando de um favor seu.

- Humm... O que é?

- Quero o telefone daquele seu amigo que é detetive particular.

- O Almeida?

- Esse mesmo.

- Nossa e posso saber por que você precisa dele?

- Deixa de ser curioso, homem. Mas pode sim. É que o sobrinho de Deborah está envolvido com lance de drogas e eu quero saber até que ponto ele enfiou o pé na jaca.

- Nossa, e por que toda essa preocupação?

- Não acredito que ele tenha cometido o assassinato do avô e nem as duas tentativas. Precisaria de muita grana pra isso. Mas ele odeia o pai. Não posso eliminá-lo assim, sem saber. Depois daquele caso da moça rica que junto com o namorado matou os pais dormindo, eu não me assusto com mais nada.

- É, concordo contigo. Não prefere que eu coloque um policial?

- Não, não quero. Porque dependendo do resultado da investigação comunicarei à tia do garoto.

- Entendi. Então anota aí....

De posse do número do telefone, Erica entra em contato com o detetive, explica-lhe o caso e o serviço é contratado. Erica retorna à sala. Espera o comando de Deborah e sai para mais um dia de trabalho.

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