domingo, 18 de novembro de 2007
29 - E viva o amor!
Um ano depois...
Deborah está em sua sala na empresa, lembrando-se dos acontecimentos passados. Lembra com muita tristeza o seu irmão, por incrível que pareça não conseguiu odiá-lo pela sua loucura. Nunca imaginou que ele a odiasse tanto, pois nunca demonstrara antes. De tudo o que aconteceu lamenta apenas a morte de seu pai, seu velho querido. Sente sua falta, falta de seu abraço, da sua risada, das conversas, da atenção que ele sempre teve por ela. Acabou assumindo a presidência do grupo como era o desejo dele. Mas não queria que tivesse sido assim, a esse preço. Gostaria que ele estivesse junto dela, mas sabia ser isto impossível.
Eduardo, assim que saiu da clínica, resolveu que queria trabalhar na empresa também. Disse que precisava ocupar seu tempo com coisas úteis. Deborah achou esta idéia maravilhosa. Ele estava se saindo muito bem. Transformou-se em outro rapaz.
Erica continuava trabalhando como investigadora policial. Era sua paixão, como ela dizia. Deborah suspira. Como amava esta mulher. Enfim encontrou uma mulher forte, decidida e que não se interessava em nada pelo seu dinheiro. Encontrou o seu amor verdadeiro. Não deixou Erica voltar para o seu apartamento. Ela falou apenas uma vez e conseguiu convencê-la de que o lugar dela era a seu lado. Erica o alugou. No mês que vem iriam viajar, conhecer todo o litoral nordestino, pois era um sonho antigo de Erica e iriam fazê-lo viajando de carro. Iria ser maravilhoso!
Hoje o dia foi cheio. Já era passado das vinte horas e Deborah estava ansiosa para chegar em casa. Sorriu. Era sempre assim, bastava ficar algumas horas longe de Erica para sentir uma saudade imensa.
Ao chegar na mansão, procura por Erica e a encontra na academia de ginástica. Ela está treinando o karatê. Está apenas com a calça do kimono e um top que mostra a musculatura definida da sua barriga e de todo seu tronco. Era perfeita! Sente um desejo instantâneo de fazer amor com ela. Era sempre assim, bastava vê-la para querer ir ao paraíso com ela. Ficou um tempo observando até que ela encerrou seu treinamento. Erica a viu.
- Oi, meu anjo. Não vi você aí. Erica disse sorrindo.
- Oi, estava te observando. Deborah disse e foi chegando perto. Se abraçam e Deborah empurra Erica contra a parede e a beija com loucura, quer Erica ali e agora. Sua vontade é urgente.
- Estou toda suada, meu anjo. Erica diz.
- Não me importo... gosto assim...
Retira seu top e suga seus seios com volúpia. Erica geme a cada investida de Deborah. Volta a beijar a boca de Erica, beija seu pescoço, morde seu ombro, está enlouquecida.
- Quero você. Agora! Déborah sussura.
- Sim... sou toda sua...
Deborah enfia sua mão por dentro da calça de Erica e alcança-lhe o sexo, totalmente molhado, as duas gemem. Penetra Erica com seus dedos e movimenta-os deixando Erica enlouquecida, dizendo para não parar. Até que sente o corpo de Erica tremer e sentir que ela explodiu num gozo maravilhoso. Se abraçam, Erica está com as pernas mole e vai lentamente descendo até o chão até sentar, traz Deborah junto.
- Uau... Você adora rapidinhas, hein? Erica fala e ri.
- Uh-hum... rapidinhas e também as demoradinhas... e por falar nas demoradinhas, vamos tomar um banho e fazer uma festinha particular lá no nosso quarto? Que tal? Deborah sugere com um sorrido pra lá de safado.
- Maravilhoso, mas meu insaciável anjo, vamos comer um pouquinho antes tá. Não comi nada, estava esperando você chegar.
- Meu deus, você só pensa em comida. Deborah solta uma gargalhada.
- Bom... depende da refeição.... e Erica dá um sorriso sacana.
Se levantam e vão comer alguma coisa, seguem para o quarto e se amam e entram a madrugada trocando carícias e juras de amor. Felizes da vida.
FIM.
Deborah está em sua sala na empresa, lembrando-se dos acontecimentos passados. Lembra com muita tristeza o seu irmão, por incrível que pareça não conseguiu odiá-lo pela sua loucura. Nunca imaginou que ele a odiasse tanto, pois nunca demonstrara antes. De tudo o que aconteceu lamenta apenas a morte de seu pai, seu velho querido. Sente sua falta, falta de seu abraço, da sua risada, das conversas, da atenção que ele sempre teve por ela. Acabou assumindo a presidência do grupo como era o desejo dele. Mas não queria que tivesse sido assim, a esse preço. Gostaria que ele estivesse junto dela, mas sabia ser isto impossível.
Eduardo, assim que saiu da clínica, resolveu que queria trabalhar na empresa também. Disse que precisava ocupar seu tempo com coisas úteis. Deborah achou esta idéia maravilhosa. Ele estava se saindo muito bem. Transformou-se em outro rapaz.
Erica continuava trabalhando como investigadora policial. Era sua paixão, como ela dizia. Deborah suspira. Como amava esta mulher. Enfim encontrou uma mulher forte, decidida e que não se interessava em nada pelo seu dinheiro. Encontrou o seu amor verdadeiro. Não deixou Erica voltar para o seu apartamento. Ela falou apenas uma vez e conseguiu convencê-la de que o lugar dela era a seu lado. Erica o alugou. No mês que vem iriam viajar, conhecer todo o litoral nordestino, pois era um sonho antigo de Erica e iriam fazê-lo viajando de carro. Iria ser maravilhoso!
Hoje o dia foi cheio. Já era passado das vinte horas e Deborah estava ansiosa para chegar em casa. Sorriu. Era sempre assim, bastava ficar algumas horas longe de Erica para sentir uma saudade imensa.
Ao chegar na mansão, procura por Erica e a encontra na academia de ginástica. Ela está treinando o karatê. Está apenas com a calça do kimono e um top que mostra a musculatura definida da sua barriga e de todo seu tronco. Era perfeita! Sente um desejo instantâneo de fazer amor com ela. Era sempre assim, bastava vê-la para querer ir ao paraíso com ela. Ficou um tempo observando até que ela encerrou seu treinamento. Erica a viu.
- Oi, meu anjo. Não vi você aí. Erica disse sorrindo.
- Oi, estava te observando. Deborah disse e foi chegando perto. Se abraçam e Deborah empurra Erica contra a parede e a beija com loucura, quer Erica ali e agora. Sua vontade é urgente.
- Estou toda suada, meu anjo. Erica diz.
- Não me importo... gosto assim...
Retira seu top e suga seus seios com volúpia. Erica geme a cada investida de Deborah. Volta a beijar a boca de Erica, beija seu pescoço, morde seu ombro, está enlouquecida.
- Quero você. Agora! Déborah sussura.
- Sim... sou toda sua...
Deborah enfia sua mão por dentro da calça de Erica e alcança-lhe o sexo, totalmente molhado, as duas gemem. Penetra Erica com seus dedos e movimenta-os deixando Erica enlouquecida, dizendo para não parar. Até que sente o corpo de Erica tremer e sentir que ela explodiu num gozo maravilhoso. Se abraçam, Erica está com as pernas mole e vai lentamente descendo até o chão até sentar, traz Deborah junto.
- Uau... Você adora rapidinhas, hein? Erica fala e ri.
- Uh-hum... rapidinhas e também as demoradinhas... e por falar nas demoradinhas, vamos tomar um banho e fazer uma festinha particular lá no nosso quarto? Que tal? Deborah sugere com um sorrido pra lá de safado.
- Maravilhoso, mas meu insaciável anjo, vamos comer um pouquinho antes tá. Não comi nada, estava esperando você chegar.
- Meu deus, você só pensa em comida. Deborah solta uma gargalhada.
- Bom... depende da refeição.... e Erica dá um sorriso sacana.
Se levantam e vão comer alguma coisa, seguem para o quarto e se amam e entram a madrugada trocando carícias e juras de amor. Felizes da vida.
FIM.
sábado, 17 de novembro de 2007
28 - Envolvimento com drogas
Passou-se uma semana, Erica estava bem recuperada e já não precisava mais de muletas, mas não podia fazer exercícios físicos, o que a deixava um pouco de mau humor, pois não podia treinar seu karatê.
O detetive Almeida liga para ela e diz que já tem o resultado da investigação de Eduardo e adianta-lhe alguma coisa. Erica pede que ele venha até a mansão no início da noite, pois quer que Deby esteja junto. Erica contou há alguns dias que tinha feito isto e Deborah achou ótimo, pois assim teria a certeza e poderia ter a tal conversa com Eduardo. Ele não teria como fugir disso.
Erica e Deborah acham por bem continuar com o esquema de segurança pessoal, mas Erica parou de prestar o serviço e espera somente se reestabelecer para voltar à ativa em seu emprego de investigadora policial. Mas combinam que a sombra seria um homem. Nada de mulheres. Preferiam assim.
Margareth, esposa de Afonso, decidiu que passaria uma temporada grande na França. Tinha ficado extremamente abalada quando soube de tudo que aconteceu e não quis ficar por aqui. Pediu a Deborah que cuidasse de Eduardo e a mantivesse a par do que acontecia com ele. E assim foi feito.
Deborah já está em casa quando o detetive chega. Vão para a biblioteca e ele mostra às duas todo o material colhido na investigação. Realmente Eduardo está envolvido com drogas. Está consumindo cocaína. Deborah fica abalada com a notícia. Mas decide ter a conversa com Eduardo ainda hoje, isto se ele aparecer em casa. O detetive se despede, Erica paga-lhe pelo serviço e ele vai embora. Erica abraça Deborah.
- Preciso conversar com ele. Deborah diz.
- Sim, você precisa ser forte, porque ele pode reagir violentamente ao saber que você descobriu.
- Fica comigo enquanto falo com ele?
- Meu anjo, acho que se eu ficar junto vou mais atrapalhar que ajudar. Ficarei do outro lado da porta, se ouvir que a conversa estiver ficando pesada, daí eu entro. Pode ser?
- Pode, você tem razão. Faremos assim então.
- Uh-hum.
Eduardo chega depois de uma hora. Desde a morte do pai anda mais calado, mais quieto. Ele está na sala e Deborah chega perto dele. Se olham e ela vê tristeza nos olhos dele. Abre os braços e se abraçam. Eduardo começa a chorar. Deborah o consola e diz que precisam conversar. Ele concorda.
- Eduardo, meu querido. Agora somos só nós dois. E... eu quero te ajudar.
- Ai, tia.... eu ando tão... perdido. E chora.
- Eu sei, meu querido. Eu sei.
- Me ajuda, tia?
- Sim, me diz o que te aflige tanto que eu te ajudo.
- Eu... eu... eu menti pra você.
- Eu sei. Deborah diz olhando nos olhos dele.
- Sabe? Como?
- Sei, mas não fique bravo comigo. Eu mandei investigar você.
- Poxa, tia! Falou bravo.
- Calma, Eduardo. Eu precisava saber o que você estava fazendo. Sei que você está envolvido com esse lance de drogas.
- Você está chateada comigo por eu ter mentido, né?
- Estou sim. Mas o que importa agora é que eu quero te ajudar. E para isto preciso que você queira também.
- Quero sim, tentei sair, mas não consegui. Esse papo de que eu saio a hora que eu quiser é furado.
- Ótimo, então vamos ver o que podemos fazer.
Conversaram muito e Eduardo decidiu ir para uma clínica de desintoxicação e ficar internado por um tempo até sair de lá com o organismo limpo das drogas.
----------------------------
Erica está na cama, recostada nos travesseiros, lendo um livro. Deborah entra no quarto e olha Erica com carinho. Sorriem. Deborah sobe na cama e chega perto de Erica e tira-lhe a calcinha sem cerimônia. Exibe-a como um troféu e dá um sorriso pra lá de safado. Erica larga o livro e pensa em como sua mulher anda muito safada ultimamente. Todas as noites fizeram amor, mas como os ferimentos ainda estavam cicatrizando, acabava ficando à mercê dos desejos de sua amada. Ainda morreria disso. Riu. Deborah já totalmente nua, retira a camiseta de Erica e senta sobre ela. Ficam de frente e dão beijos apaixonados. Ficam inflamadas de desejo, se acariciam, se beijam, se mordiscam, arrancando suspiros e gemidos uma da outra. Deborah vai descendo pelo corpo de Erica, delicia-se em seus seios, segue descendo e abre-lhe as pernas expondo seu centro de prazer, vai até ele e suga-o, lambe-o e penetra seus dedos deixando Erica enlouquecida, que logo explode em prazer. Seus corpos continuam pegando fogo de tanto desejo. E esse é apenas o início de mais uma noite de supremo amor.
O detetive Almeida liga para ela e diz que já tem o resultado da investigação de Eduardo e adianta-lhe alguma coisa. Erica pede que ele venha até a mansão no início da noite, pois quer que Deby esteja junto. Erica contou há alguns dias que tinha feito isto e Deborah achou ótimo, pois assim teria a certeza e poderia ter a tal conversa com Eduardo. Ele não teria como fugir disso.
Erica e Deborah acham por bem continuar com o esquema de segurança pessoal, mas Erica parou de prestar o serviço e espera somente se reestabelecer para voltar à ativa em seu emprego de investigadora policial. Mas combinam que a sombra seria um homem. Nada de mulheres. Preferiam assim.
Margareth, esposa de Afonso, decidiu que passaria uma temporada grande na França. Tinha ficado extremamente abalada quando soube de tudo que aconteceu e não quis ficar por aqui. Pediu a Deborah que cuidasse de Eduardo e a mantivesse a par do que acontecia com ele. E assim foi feito.
Deborah já está em casa quando o detetive chega. Vão para a biblioteca e ele mostra às duas todo o material colhido na investigação. Realmente Eduardo está envolvido com drogas. Está consumindo cocaína. Deborah fica abalada com a notícia. Mas decide ter a conversa com Eduardo ainda hoje, isto se ele aparecer em casa. O detetive se despede, Erica paga-lhe pelo serviço e ele vai embora. Erica abraça Deborah.
- Preciso conversar com ele. Deborah diz.
- Sim, você precisa ser forte, porque ele pode reagir violentamente ao saber que você descobriu.
- Fica comigo enquanto falo com ele?
- Meu anjo, acho que se eu ficar junto vou mais atrapalhar que ajudar. Ficarei do outro lado da porta, se ouvir que a conversa estiver ficando pesada, daí eu entro. Pode ser?
- Pode, você tem razão. Faremos assim então.
- Uh-hum.
Eduardo chega depois de uma hora. Desde a morte do pai anda mais calado, mais quieto. Ele está na sala e Deborah chega perto dele. Se olham e ela vê tristeza nos olhos dele. Abre os braços e se abraçam. Eduardo começa a chorar. Deborah o consola e diz que precisam conversar. Ele concorda.
- Eduardo, meu querido. Agora somos só nós dois. E... eu quero te ajudar.
- Ai, tia.... eu ando tão... perdido. E chora.
- Eu sei, meu querido. Eu sei.
- Me ajuda, tia?
- Sim, me diz o que te aflige tanto que eu te ajudo.
- Eu... eu... eu menti pra você.
- Eu sei. Deborah diz olhando nos olhos dele.
- Sabe? Como?
- Sei, mas não fique bravo comigo. Eu mandei investigar você.
- Poxa, tia! Falou bravo.
- Calma, Eduardo. Eu precisava saber o que você estava fazendo. Sei que você está envolvido com esse lance de drogas.
- Você está chateada comigo por eu ter mentido, né?
- Estou sim. Mas o que importa agora é que eu quero te ajudar. E para isto preciso que você queira também.
- Quero sim, tentei sair, mas não consegui. Esse papo de que eu saio a hora que eu quiser é furado.
- Ótimo, então vamos ver o que podemos fazer.
Conversaram muito e Eduardo decidiu ir para uma clínica de desintoxicação e ficar internado por um tempo até sair de lá com o organismo limpo das drogas.
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Erica está na cama, recostada nos travesseiros, lendo um livro. Deborah entra no quarto e olha Erica com carinho. Sorriem. Deborah sobe na cama e chega perto de Erica e tira-lhe a calcinha sem cerimônia. Exibe-a como um troféu e dá um sorriso pra lá de safado. Erica larga o livro e pensa em como sua mulher anda muito safada ultimamente. Todas as noites fizeram amor, mas como os ferimentos ainda estavam cicatrizando, acabava ficando à mercê dos desejos de sua amada. Ainda morreria disso. Riu. Deborah já totalmente nua, retira a camiseta de Erica e senta sobre ela. Ficam de frente e dão beijos apaixonados. Ficam inflamadas de desejo, se acariciam, se beijam, se mordiscam, arrancando suspiros e gemidos uma da outra. Deborah vai descendo pelo corpo de Erica, delicia-se em seus seios, segue descendo e abre-lhe as pernas expondo seu centro de prazer, vai até ele e suga-o, lambe-o e penetra seus dedos deixando Erica enlouquecida, que logo explode em prazer. Seus corpos continuam pegando fogo de tanto desejo. E esse é apenas o início de mais uma noite de supremo amor.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
27 - Recuperação
Entram no quarto e Erica está deitada, de olhos fechados. Deborah se aproxima dela e passa carinhosamente a mão pelo seu rosto e diz:
- Erica, meu amor...
Roberto ao ouvir isto, arregala os olhos, pois não imaginava, mas não deixa de sorrir ao ver que a amiga não perdeu tempo.
Deborah a chama novamente. Então Erica abre lentamente os olhos e fita seu grande amor. Dá um leve sorriso. Tenta falar mas a voz não sai. Deborah coloca um dedo em sua boca e pede para ela ficar quietinha. Dá-lhe um sorriso lindo e Erica pensa em como é feliz em ter esta linda mulher ao se lado. E fica aliviada ao ver que está tudo bem com sua Deby.
Roberto chega perto e dá um beijo em Erica. Vai dizendo que vaso ruim não quebra. Todos riem. Fica mais um pouco e vai embora. Deborah fica no hospital e não arreda o pé nem um milímetro, fica ao lado de sua amada o tempo todo. Só saiu quando precisou ir ao enterro de seu irmão. Fora muito triste este momento. Lamentou tudo o que aconteceu, mas nada podia fazer. Restava-lhe seguir sua vida ao lado de sua amada.
Erica fica internada por dois dias. Recebe alta no início da manhã e vão para a mansão. Está de muletas, pois não consegue firmar a perna totalmente no chão, ainda dói. Foi ferida no braço direito e na perna esquerda. Sobe as escadas com certa dificuldade e vai para o quarto de sua amada. Tira suas roupas, coloca uma camiseta e se deita, pois está muito cansada e dorme logo em seguida.
Erica é acordada para o almoço, recebe a refeição na cama mesmo. Come tudinho, pois está com uma fome de leão. Deborah almoça com ela também. Deborah se deita ao lado de Erica. Deborah está encucada com uma coisa e pergunta a Erica.
- Erica, me mate uma curiosidade.
- Sim, meu anjo. O que é?
- Se meu irmão foi o mandante dos crimes, por que ele foi atacado também?
- Na realidade ele simulou um ataque.
- Simulou!?
- Sim, o tal bandido estacionou a moto ao lado do carro de seu irmão no semáforo e disparou os tiros, mas foi feito para não matá-lo, o bandido teria que ser muito ruim para não matá-lo naquela distância mínima.
- Caraca...
- Isso foi constatado na perícia. Tivemos a prova de que o local onde os tiros acertaram não iriam acertá-lo nunca.
- Mas por que ele fez isso?
- Para que a polícia o tirasse de principal suspeito, o que de fato aconteceu. Mas só até chegar o resultado da perícia.
- Meu deus, estou estarrecida!
- Imagino. Ele queria que tudo acontecesse como se fossem acidentes, a morte de seu pai, a tentativa de te matar. Mas ele não contava com a perícia da polícia e nem com sua decisão de contratar guarda-costas. E quando pegamos o bandido, ele viu que não tinha mais saída... daí me viu saindo e viu que aquela era a oportunidade de te matar.
- Meu amor, ainda bem que você apareceu na minha vida na hora certa. Deborah falou e deu um beijo em Erica.
- Sim, foi muita sorte. Erica pega a mão de Deby e ficam se olhando.
Ambas tem a certeza de que se amam e nada mais vai separá-las. Ficam lado a lado e Erica dorme novamente.
- Erica, meu amor...
Roberto ao ouvir isto, arregala os olhos, pois não imaginava, mas não deixa de sorrir ao ver que a amiga não perdeu tempo.
Deborah a chama novamente. Então Erica abre lentamente os olhos e fita seu grande amor. Dá um leve sorriso. Tenta falar mas a voz não sai. Deborah coloca um dedo em sua boca e pede para ela ficar quietinha. Dá-lhe um sorriso lindo e Erica pensa em como é feliz em ter esta linda mulher ao se lado. E fica aliviada ao ver que está tudo bem com sua Deby.
Roberto chega perto e dá um beijo em Erica. Vai dizendo que vaso ruim não quebra. Todos riem. Fica mais um pouco e vai embora. Deborah fica no hospital e não arreda o pé nem um milímetro, fica ao lado de sua amada o tempo todo. Só saiu quando precisou ir ao enterro de seu irmão. Fora muito triste este momento. Lamentou tudo o que aconteceu, mas nada podia fazer. Restava-lhe seguir sua vida ao lado de sua amada.
Erica fica internada por dois dias. Recebe alta no início da manhã e vão para a mansão. Está de muletas, pois não consegue firmar a perna totalmente no chão, ainda dói. Foi ferida no braço direito e na perna esquerda. Sobe as escadas com certa dificuldade e vai para o quarto de sua amada. Tira suas roupas, coloca uma camiseta e se deita, pois está muito cansada e dorme logo em seguida.
Erica é acordada para o almoço, recebe a refeição na cama mesmo. Come tudinho, pois está com uma fome de leão. Deborah almoça com ela também. Deborah se deita ao lado de Erica. Deborah está encucada com uma coisa e pergunta a Erica.
- Erica, me mate uma curiosidade.
- Sim, meu anjo. O que é?
- Se meu irmão foi o mandante dos crimes, por que ele foi atacado também?
- Na realidade ele simulou um ataque.
- Simulou!?
- Sim, o tal bandido estacionou a moto ao lado do carro de seu irmão no semáforo e disparou os tiros, mas foi feito para não matá-lo, o bandido teria que ser muito ruim para não matá-lo naquela distância mínima.
- Caraca...
- Isso foi constatado na perícia. Tivemos a prova de que o local onde os tiros acertaram não iriam acertá-lo nunca.
- Mas por que ele fez isso?
- Para que a polícia o tirasse de principal suspeito, o que de fato aconteceu. Mas só até chegar o resultado da perícia.
- Meu deus, estou estarrecida!
- Imagino. Ele queria que tudo acontecesse como se fossem acidentes, a morte de seu pai, a tentativa de te matar. Mas ele não contava com a perícia da polícia e nem com sua decisão de contratar guarda-costas. E quando pegamos o bandido, ele viu que não tinha mais saída... daí me viu saindo e viu que aquela era a oportunidade de te matar.
- Meu amor, ainda bem que você apareceu na minha vida na hora certa. Deborah falou e deu um beijo em Erica.
- Sim, foi muita sorte. Erica pega a mão de Deby e ficam se olhando.
Ambas tem a certeza de que se amam e nada mais vai separá-las. Ficam lado a lado e Erica dorme novamente.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
26 - Esperança
Roberto quando viu Erica sair desesperada entendeu o perigo e acionou duas viaturas para irem até a mansão. Chegaram alguns minutos depois de Erica. Os policiais encontraram Afonso morto e Erica caída no chão agonizando. A ambulância já havia sido chamada por um dos agentes e chegou logo em seguida, levando Erica para o hospital. Os agentes seguiram para a delegacia para prestarem seus depoimentos.
Deborah foi para o hospital. Andava de um lado para o outro sem notícias. Estava desesperada. Seu amor não podia morrer. Seu coração doía muito. Estava despedaçado. Sentia-se perdida. Não conseguia ainda acreditar que seu irmão fora capaz de mandar matar seu pai e de mandar matá-la também. Meu deus, era loucura demais. Afonso estava morto. Erica estava sendo operada, foi a única coisa que ficou sabendo. Estava agoniada. Logo depois Roberto chegou.
- Olá, Srta Deborah. Disse Roberto.
- Oi, investigador.
- Como está Erica? Perguntou preocupado.
- Está sendo operada.
- Você sabe onde os tiros acertaram?
- Só lembro que vi o braço e a perna dela ensangüentados. Lembro que foram quatro tiros. Falou Deborah quase chorando de novo.
- Acho que não deve ter acertado nenhum órgão vital. Ela sempre usa o colete. Diz Roberto querendo tranqüiliza-la.
- Ela estava com muita dor. Deborah diz e cai num choro copioso.
Roberto chega até ela e a abraça e Deborah chora muito. Após algum tempo ela se separa e senta numa cadeira. Ele faz o mesmo. Conversam mais um pouco e aparece um homem todo de branco. O médico. Se levantam e perguntam juntos:
- Como ela está?
- Calma. Fiquem tranqüilos. Ela está fora de perigo.
Os dois suspiram aliviados.
- Sorte que a amiga de vocês estava com colete a prova de balas, pois ela recebeu dois tiros no peito. E recebeu um no braço e outro na coxa. Retiramos as balas e agora ela está na sala de recuperação. Daqui a pouco vocês vão poder vê-la. Disse isso e voltou de onde veio.
Esperaram aproximadamente mais uma hora até que veio uma enfermeira e os levou até o quarto em que Erica estava.
Deborah foi para o hospital. Andava de um lado para o outro sem notícias. Estava desesperada. Seu amor não podia morrer. Seu coração doía muito. Estava despedaçado. Sentia-se perdida. Não conseguia ainda acreditar que seu irmão fora capaz de mandar matar seu pai e de mandar matá-la também. Meu deus, era loucura demais. Afonso estava morto. Erica estava sendo operada, foi a única coisa que ficou sabendo. Estava agoniada. Logo depois Roberto chegou.
- Olá, Srta Deborah. Disse Roberto.
- Oi, investigador.
- Como está Erica? Perguntou preocupado.
- Está sendo operada.
- Você sabe onde os tiros acertaram?
- Só lembro que vi o braço e a perna dela ensangüentados. Lembro que foram quatro tiros. Falou Deborah quase chorando de novo.
- Acho que não deve ter acertado nenhum órgão vital. Ela sempre usa o colete. Diz Roberto querendo tranqüiliza-la.
- Ela estava com muita dor. Deborah diz e cai num choro copioso.
Roberto chega até ela e a abraça e Deborah chora muito. Após algum tempo ela se separa e senta numa cadeira. Ele faz o mesmo. Conversam mais um pouco e aparece um homem todo de branco. O médico. Se levantam e perguntam juntos:
- Como ela está?
- Calma. Fiquem tranqüilos. Ela está fora de perigo.
Os dois suspiram aliviados.
- Sorte que a amiga de vocês estava com colete a prova de balas, pois ela recebeu dois tiros no peito. E recebeu um no braço e outro na coxa. Retiramos as balas e agora ela está na sala de recuperação. Daqui a pouco vocês vão poder vê-la. Disse isso e voltou de onde veio.
Esperaram aproximadamente mais uma hora até que veio uma enfermeira e os levou até o quarto em que Erica estava.
25 - Não... Ele não!
Enquanto isso na mansão, Débora está sentada num sofá na sala folheando uma revista, sem prestar atenção em nada. Está sentindo falta de Erica. Todo este tempo, desde que contratou o serviço de segurança pessoal, estiveram juntas, sem se separar. Vê Afonso se aproximar e apontar-lhe uma arma, uma pistola automática. Deby se levanta por reflexo. Deixa a revista cair no chão. Está petrificada.
- Se gritar te mato, sua vadia. Afonso fala se aproximando dela.
- Af.. Afonso... pra... pra que isso? Pergunta totalmente assustada.
- Pra quê? Pra quê? Pra te tirar do meu caminho. Desde que você nasceu, você atrapalha a minha vida. Eu tinha treze anos e era o reizinho da casa. A atenção do papai e da mamãe eram toda minha, depois você apareceu e virou a princesinha. E eu, hein? Eu fui jogado pra escanteio. Tudo era pra você. Tudo! Afonso falou demonstrando todo o ódio que sentia da irmã.
- Não, Afonso...
- CALA A BOCA, VADIA. EU TE ODEIO.
Deborah começa a chorar, não acreditando no que está acontecendo. Meu irmão quer me matar! Pensa aterrorizada.
- Você mandou matar papai! Constata Deborah.
- Sim, tirei aquele velho do caminho, pois sempre dei meu sangue pelas empresas e nunca fui reconhecido e depois fiquei sabendo que ele queria que você o sucedesse nos negócios. E eu, hein? Mais uma vez seria jogado pra escanteio. Seria ignorado. Chega! Cansei de vocês.
Nisso entram os dois seguranças com as armas em punho e aponta para Afonso que, num golpe rápido, agarra Deborah e coloca a arma na sua cabeça.
- Larguem as armas no chão ou eu mato ela. Ordena Afonso totalmente alterado.
Os dois agentes jogam as armas no chão e levantam os braços.
- Meu irmão, não faça isso. Suplica Deborah.
- Hahahaha... é o que eu mais quero fazer, já que aquele incompetente não conseguiu, eu faço!
Erica entra porta adentro com a arma em punho, mas Afonso é mais rápido e dá quatro tiros em Erica, que cai no chão desfalecida. Deborah consegue se desvincular dele e se afasta gritando. Um dos agentes saca a outra arma que traz consigo e atira em Afonso. Tiro certeiro, bem no coração. Afonso cai morto.
Deborah vê Erica no chão e tem sangue nela. Se desespera e corre até ela. Grita desesperada por seu amor. Se agacha ao lado dela, chamando-a. Erica abre os olhos, sua face está contraída, sentindo muita dor.
- Se gritar te mato, sua vadia. Afonso fala se aproximando dela.
- Af.. Afonso... pra... pra que isso? Pergunta totalmente assustada.
- Pra quê? Pra quê? Pra te tirar do meu caminho. Desde que você nasceu, você atrapalha a minha vida. Eu tinha treze anos e era o reizinho da casa. A atenção do papai e da mamãe eram toda minha, depois você apareceu e virou a princesinha. E eu, hein? Eu fui jogado pra escanteio. Tudo era pra você. Tudo! Afonso falou demonstrando todo o ódio que sentia da irmã.
- Não, Afonso...
- CALA A BOCA, VADIA. EU TE ODEIO.
Deborah começa a chorar, não acreditando no que está acontecendo. Meu irmão quer me matar! Pensa aterrorizada.
- Você mandou matar papai! Constata Deborah.
- Sim, tirei aquele velho do caminho, pois sempre dei meu sangue pelas empresas e nunca fui reconhecido e depois fiquei sabendo que ele queria que você o sucedesse nos negócios. E eu, hein? Mais uma vez seria jogado pra escanteio. Seria ignorado. Chega! Cansei de vocês.
Nisso entram os dois seguranças com as armas em punho e aponta para Afonso que, num golpe rápido, agarra Deborah e coloca a arma na sua cabeça.
- Larguem as armas no chão ou eu mato ela. Ordena Afonso totalmente alterado.
Os dois agentes jogam as armas no chão e levantam os braços.
- Meu irmão, não faça isso. Suplica Deborah.
- Hahahaha... é o que eu mais quero fazer, já que aquele incompetente não conseguiu, eu faço!
Erica entra porta adentro com a arma em punho, mas Afonso é mais rápido e dá quatro tiros em Erica, que cai no chão desfalecida. Deborah consegue se desvincular dele e se afasta gritando. Um dos agentes saca a outra arma que traz consigo e atira em Afonso. Tiro certeiro, bem no coração. Afonso cai morto.
Deborah vê Erica no chão e tem sangue nela. Se desespera e corre até ela. Grita desesperada por seu amor. Se agacha ao lado dela, chamando-a. Erica abre os olhos, sua face está contraída, sentindo muita dor.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
24 - Descoberta estarrecedora
No dia seguinte, Erica, após tomar seu café da manhã, recebe a ligação de Roberto.
- Erica, preciso que venha aqui urgente.
- Nossa, Roberto. O que foi?
- A perícia chegou, quero que você veja isso. Preciso de uma opinião técnica sua.
- Certo.
- E tem mais, o assassino vai ser interrogado agora, quero que você esteja aqui pra ver.
- Perfeito. Deixe eu acertar umas coisas aqui e estou indo aí.
- Ok.
Erica vai até Deborah, que ainda está na cama, não quis se levantar. Erica se aproxima dela e deposita um beijos nos lábios. Dá um sorriso e diz:
- Deby, preciso ir até a delegacia. Você não pode sair da mansão, por favor. Você não estará protegida sem mim.
- Não me deixe. Diz quase chorando e abraça o pescoço de Erica. – Estou com medo.
- Eu sei, meu anjo. É coisa rápida, em uma ou no máximo duas horas estarei de volta.
- Promete? Pergunta chorosa.
- Prometo. Erica fita a mulher de olhos azuis que tomou posse do seu coração, da sua vida, e declara: - Eu te amo, meu anjo.
Deby a abraça forte e diz: - Eu também te amo tanto, não me deixe.
- Jamais te deixarei. É uma saída rápida. Logo mais estou de volta. Levante e tome o café da manhã, você se sentirá melhor.
- Tá, vou tomar um banho e desço. Não demora, tá! Diz com um sorriso lindo.
- Não, não demoro.
Se beijam apaixonadamente e Erica vai para a delegacia. Antes de sair da mansão vê que Afonso está tomando o café da manhã.
Erica está na sala de Roberto e estão analisando o resultado da perícia do carro do irmão de Deborah.
- O que você acha? Roberto pergunta. – Você está pensando o mesmo que eu?
- Uh-hum. Muito estranho. Acho melhor colher um novo depoimento. Erica sugere.
- É, vou fazer isto.
- E como está o interrogatório? Erica pergunta.
- Tá correndo. O delegado quis ele mesmo interrogar.
- Humm.. Interesse do Secretário também? Erica diz e ri.
- Acho que sim. Roberto também ri. – Vamos pra lá assistir.
- Sim, vamos.
Os dois seguem para uma sala anexa a sala do interrogatório e observam por um vidro, que é espelhado pelo lado de dentro da sala de interrogatório e que não podem ser vistos. Ficam assistindo até que o assassino, depois de muitas perguntas, confessa quem é o mandante. Erica sente uma punhalada no peito. Meu Deus, deixei Deby sozinha. Pensa em agonia e sai correndo em disparada, pega o carro e segue dirigindo feito louca até a mansão. Liga para seus dois colegas que estão lá e os avisa. Precisa chegar logo.
- Erica, preciso que venha aqui urgente.
- Nossa, Roberto. O que foi?
- A perícia chegou, quero que você veja isso. Preciso de uma opinião técnica sua.
- Certo.
- E tem mais, o assassino vai ser interrogado agora, quero que você esteja aqui pra ver.
- Perfeito. Deixe eu acertar umas coisas aqui e estou indo aí.
- Ok.
Erica vai até Deborah, que ainda está na cama, não quis se levantar. Erica se aproxima dela e deposita um beijos nos lábios. Dá um sorriso e diz:
- Deby, preciso ir até a delegacia. Você não pode sair da mansão, por favor. Você não estará protegida sem mim.
- Não me deixe. Diz quase chorando e abraça o pescoço de Erica. – Estou com medo.
- Eu sei, meu anjo. É coisa rápida, em uma ou no máximo duas horas estarei de volta.
- Promete? Pergunta chorosa.
- Prometo. Erica fita a mulher de olhos azuis que tomou posse do seu coração, da sua vida, e declara: - Eu te amo, meu anjo.
Deby a abraça forte e diz: - Eu também te amo tanto, não me deixe.
- Jamais te deixarei. É uma saída rápida. Logo mais estou de volta. Levante e tome o café da manhã, você se sentirá melhor.
- Tá, vou tomar um banho e desço. Não demora, tá! Diz com um sorriso lindo.
- Não, não demoro.
Se beijam apaixonadamente e Erica vai para a delegacia. Antes de sair da mansão vê que Afonso está tomando o café da manhã.
Erica está na sala de Roberto e estão analisando o resultado da perícia do carro do irmão de Deborah.
- O que você acha? Roberto pergunta. – Você está pensando o mesmo que eu?
- Uh-hum. Muito estranho. Acho melhor colher um novo depoimento. Erica sugere.
- É, vou fazer isto.
- E como está o interrogatório? Erica pergunta.
- Tá correndo. O delegado quis ele mesmo interrogar.
- Humm.. Interesse do Secretário também? Erica diz e ri.
- Acho que sim. Roberto também ri. – Vamos pra lá assistir.
- Sim, vamos.
Os dois seguem para uma sala anexa a sala do interrogatório e observam por um vidro, que é espelhado pelo lado de dentro da sala de interrogatório e que não podem ser vistos. Ficam assistindo até que o assassino, depois de muitas perguntas, confessa quem é o mandante. Erica sente uma punhalada no peito. Meu Deus, deixei Deby sozinha. Pensa em agonia e sai correndo em disparada, pega o carro e segue dirigindo feito louca até a mansão. Liga para seus dois colegas que estão lá e os avisa. Precisa chegar logo.
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