Erica num esforço sobre-humano interrompeu o beijo. Olhou para Deborah e sorriu, e passou a mão em seu rosto. Desejava com toda força do seu ser esta mulher, mas não poderia ceder, não enquanto estivesse protegendo-a.
- Deby... Acho que não devemos...
- Erica, somos adultas e eu quero você. Deborah falou categórica.
Erica apertou o abraço, encostou a cabeça de Deborah em seu ombro, deu um beijo na têmpora dela, suspirou e disse:
- Eu também te quero, mas acho que não devemos.
- Por que não, se somos adultas e desimpedidas. Deborah não se conformava com a relutância de Erica.
- É complicado para mim. Ter que proteger alguém que eu tenha algum tipo de afeto. Quero que entenda, por favor.
- Entender, eu entendo, mas você tem algum afeto por mim, então como é que fica? Deborah perguntou rindo.
- Você complicou o meu lado, sabia. Erica riu também.
- Não era a intenção, Erica. Juro!
- Eu sei.
- Olha, eu costumo ser direta. Você me atrai e muito. Deborah falou olhando para os olhos castanhos de Erica.
- Você também me atrai, mas vamos com calma? Erica disse, mas seu corpo dizia o contrário, queria amar Deborah agora, já!
- Ok. Quero dormir com você esta noite. Deborah disse provocando e olhando nos olhos de sua amada.
- Assim você não me ajuda em nada sabia?
- Só dormir. Inocentemente. Deborah disse, mordendo levemente o lábio inferior.
- Isso vai ser complicado. Acho que é melhor não. Erica falou, não sabendo como estava conseguindo se controlar tanto. Estava totalmente excitada.
- Deixa, vai. Implorou Deborah.
- Ok. Mas só dormir, tá. E tem um detalhe a cama é pequena.
- Melhor, muito melhor. Deborah diz com um sorriso safado no rosto.
Elas se deitam e ficam abraçadas. Deborah está com a metade do corpo em cima de Erica. A tensão sexual é palpável. Deborah olha para sua amada e dá-lhe um beijo quente, molhado, sensual. Erica acaricia as costas da outra.
- Você mentiu. Disse Erica sorrindo.
- Sim, fiz de propósito. Eu quero você, inteira, nua, não me negue isto, por favor. Implora Deborah que se sente encharcada de desejo. Ávida pelo contato mais íntimo com o corpo de Erica. Levanta-se e abraça o corpo de Erica com as pernas. Fica sobre ela. Retira sua blusa e Erica fica hipnotizada ao ver os seios de sua amada ainda sob o sutiã. Seu corpo antecipa as sensações que quer sentir, estende sua mão até um seio e o acaricia, Deby geme, levanta-se e abraça-a, dá-lhe um beijo urgente e quente, sem pressa, leva suas mãos até a cabeça e afaga os cabelos curtos de Deby. Tem delírios por cabelo curto. Desce sua mão para as costas e retira o sutiã, olha com desejo a beleza dos seios de sua amada. Leva a mão até um deles e faz pequenos círculos ao redor do mamilo duro de tesão. Deby solta um gemido baixinho. Erica muda de posição ficando por cima de Deby, retira sua camiseta, olha nos olhos de sua amada e sorri. Desce sua boca em direção à barriga de Deby, beijando-a, fazendo um rastro de beijos em direção aos seios, chega em um deles e suga com vontade, Deby geme loucamente. A mão de Erica desce em direção à calça dela, para o que está fazendo, desabotoa e tira-a, deixando-a somente de calcinha e retira o restante de sua próprias roupas, ficando totalmente nua. Volta a deitar-se sobre Deby, beijando-a com paixão na boca, no pescoço, no rosto. Seus corpos estão enlouquecidos de prazer. Erica percorre sua mão pelo corpo de sua amada que geme a cada carícia, desce sua mão em direção ao sexo e acaricia-o sob a calcinha. Deby enlouquece e diz:
- Não... me torture... tanto.... por favor...
Erica desce beijando os seios, sugando-os e vai em direção ao sexo de sua amada, beija-o sob a calcinha, morde-o e vai tirando a calcinha com os dentes, até desnudá-la por completo. Seu corpo sente arrepios intensos de prazer. Deseja Deby como nunca desejou ninguém. Deby abre suas pernas, implorando o carinho da boca de Erica, que prontamente abocanha seu sexo, totalmente molhado, lambendo-o, sugando-o explorando com sua língua, arrancando gemidos fortes de Deby. Penetra-a com sua língua, movimentando-a com intensidade, levando Deby ao clímax, sentindo o corpo dela dar fortes tremores, gemendo intensamente. Vai buscar um beijo de sua amada fazendo-a provar de seu próprio gosto. Abraça-a com carinho e espera sua amada se refazer. Ficam se olhando em silêncio, palavras são desnecessárias. Erica volta a beijá-la e recomeça a exploração, suas mãos voltam a percorrer o corpo de Deby, que sente sensações inimagináveis, ficando totalmente entregue ao domínio de Erica. Esta desce a sua mão até o sexo intumescido e quente de Deby, acaricia-o, enlouquecendo-a e penetra-lhe com dois dedos, sente sua cavidade macia e quente, quase delira, desliza seus dedos num suave movimento de vai e vem aumentando a intensidade, arrancando gemidos alucinados de Deby, que explode num gozo intenso, tremendo todo seu corpo. Erica beija suavemente seu rosto, pescoço, sua boca num beijo terno e cálido. Abraça-a. Seus corpos cansados repousam, refazendo-se.
Mais tarde, completamente refeitas, Deby fica por cima de Erica, e diz olhando em seus olhos:
- Agora é a minha vez de dar-lhe prazer.
- Meu corpo é todinho seu. Erica responde sorrindo.
Deby começa a beijá-la e a percorrer com as mãos o corpo sarado de Erica, arrancando gemidos dela. Recomeçam a dança do amor, entrando madrugada adentro, deixando esgotadas as duas mulheres, mas completamente felizes.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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